quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Após a onda do desafio do gelo, nova moda nas redes sociais é o desafio da blasfêmia contra Deus

O desafio do balde de gelo inaugurou uma onda de desafios nas redes sociais. No Brasil, internautas desafiam umas às outras a publicarem fotos sem maquiagem. Nos Estados Unidos, a nova moda agora entre os adolescentes é desafiarem uns aos outros a amaldiçoar Deus. A “brincadeira” iniciada por jovens ateus é chamada de “The Blasphemy Challenge” (“desafio da blasfêmia”, em tradução do inglês), e tem se espalhado entre adolescentes norte-americanos. A ideia basicamente é desafiar outras pessoas a publicar um vídeo amaldiçoando a Deus ou renunciando à obra do Espírito Santo em sua vida. Entre os mais ousados, há afirmações de que se a pessoa assumir as consequências dessa fala, incluindo a perda da Salvação, descobrirá na verdade que Deus não existe. Entre os críticos da brincadeira, a jovem Perri Frost, 17 anos, foi ouvida pelo Charisma News e destacou que enxerga uma contradição no desafio da blasfêmia: “Alguns dos adolescentes que parecem mais hostis para com Deus são os mesmos que enfatizam que eles são pensadores racionais. Parece estranho querer insultar alguém que supostamente não está lá”, argumentou. Os idealizadores do desafio da blasfêmia não negam que seu propósito é promover o ateísmo entre adolescentes cristãos. “É uma forma de expor o barro que é a doutrina cristã”, disse um dos principais divulgadores da “brincadeira” numa entrevista à Fox News. A ideia surgiu a partir da leitura de Marcos 03:29, em que Jesus diz que “quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado eterno”. A partir disso, os ativistas ateus querem divulgar o conceito de que se Deus é “incapaz” de perdoar um pecado específico, talvez Ele não perdoe nenhum pecado, ou não exista. Com esses argumentos, os ativistas ateus desenvolveram o desafio da blasfêmia a fim de levar desprezo e descrédito à fé cristã e os relatos bíblicos.

Terroristas do Estado Islâmico cortam ao meio um menino cristão no Iraque e sequestram menina

A barbárie praticada pelo grupo de terroristas muçulmanos que atua no Iraque sob a designação Estado Islâmico (ISIS, na sigla em inglês) atingiu um patamar inédito de crueldade. Duas crianças cristãs foram vítimas de crimes dos terroristas nos últimos dias. A menina Christina Khader Ebada, 03 anos, foi raptada no norte do país, enquanto sua família migrava para a região de Qaraqosh, onde há maioria cristã, fugindo da perseguição religiosa perpetrada pelos terroristas do ISIS. Enquanto os terroristas escoltavam a família de Christina até o posto de controle em Khazar, a menina foi tomada dos braços da mãe enquanto os extremistas davam ordens expressas para que a família saísse da região e nunca mais voltassem, de acordo com informações da Agência Internacional de Notícias Assíria (AINA). Outro caso que ilustra bem o ódio que motiva os radicais do ISIS é o brutal assassinato do menino identificado apenas como Andrew, de 5 anos de idade, que foi cortado ao meio quando os terroristas fizeram um ataque a Qaraqosh. O menino era filho de um dos membros fundadores da Igreja Anglicana de Saint George, em Bagdá. O Canon anglicano da congregação, Andrew White, afirmou ao Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana que estava em choque com a barbaridade: “Eu batizei esse menino na minha igreja em Bagdá. Este menino, eles o nomearam com meu nome. Ele foi chamado de Andrew”, revelou.